Consultório Homeopático Dr. Marco Teixeira

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Página destinada à promoção da homeopatia e seus benefícios.


Consultório Homeopático Dr. Marco Teixeira
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O que é Homeopatia? Na Homeopatia não tratamos doenças, mas sim as pessoas que sofrem dos sintomas das doenças. Esta é uma diferença fundamental com a alopatia e a medicina convencional. Na medicina alopática diagnostica-se uma “doença” a partir de um grupo de sintomas que causam sofrimento ao paciente e então tenta-se tratar os sintomas para erradicá-los. Na Homeopatia compreendemos isto de uma maneira diferente e vemos os sintomas produzidos pelo organismo do paciente como uma tentativa do mecanismo de defesa de superar o transtorno causado pela doença. Os sintomas são os sinais exteriores do desequilíbrio interior e não são a doença em si. Portanto, faz sentido reforçar a resposta imune tanto quanto possível da maneira mais suave, ao invés de reprimir a resposta do corpo em curar a si mesmo. A homeopatia trabalha reforçando a natural e automática resposta imune da maneira mais amena e segura para vencer uma enfermidade. www.facebook.com/Homeoclinic2002

Published on 2014-07-15 01:02:18 GMT

DALAI LAMA: "Se você se considera muito pequeno para fazer a diferença, tente dormir com um mosquito."

Published on 2014-07-11 00:11:59 GMT

OSHO: O amor precisa de duas coisas: tem que estar enraizado na liberdade e tem que conhecer a arte da confiança.

Published on 2014-07-16 00:32:05 GMT

CHOCOLATE (sim, chocolate também é um remédio homeopático), e suas contradições: - afetuoso X indiferente - grande energia X apatia, lassidão - desejo sexual aumentado X ausente - desejo de luz do sol X desejo do escuro - sente-se um pária X conexão com a humanidade

Published on 2014-07-11 16:51:31 GMT

BIOMARCADOR PARA RISCO DE SUICÍDIO. SERÁ? IDENTIFICADO UM PROMISSOR PREDITOR DE RISCO DE SUICÍDIO. Uma equipe de três pesquisadores informou ter identificado um biomarcador (preditor biológico) que em testes preliminares previu o comportamento suicida com um acerto de 80 por cento ou mais. O potencial biomarcador pode ser detectado em um simples teste de sangue e parece predizer a progressão da ideação suicida em direção à tentativa de suicídio. O suicídio tira a vida de aproximadamente 40.000 americanos anualmente, uma taxa que não mostrou declínio nos últimos 60 anos. Em 2011, o suicídio foi a décima causa de morte entre os americanos. Estes fatos motivaram Zachary A. Kaminski, Ph.D. da Faculdade de Medicina Johns Hopkins, ganhador da Bolsa NARSAD de Jovem Pesquisador de 2010, que liderou uma equipe que também incluía Holly C. Wilcox, Ph.D. e Jennifer L. Payne, duas ganhadoras anteriores da mesma bolsa. Suas descobertas foram publicadas no “The American Journal of Psychiatry”, em 30 de julho de 2014. Amostras de tecido cerebral de suicidas há tempos tem sido armazenadas num pequeno número de bancos de tecidos cerebrais. Nos anos recentes, esses preciosos recursos têm sido estudados com ferramentas genômicas cada vez mais sofisticadas. Estudando essas amostras, Dr. Kaminski e seus colaboradores descobriram que o nível de atividade do gene SKA2 estava consistentemente abaixo do normal nas células do córtex pré-frontal (o local de julgamento e controle de impulsos) naqueles mortos por suicídio. A equipe revelou que uma variante comum do gene SKA2, no qual uma letra do DNA é substituída por outra, torna o gene suscetível a uma alteração química “epigenética” que pode rebaixar seu nível de atividade. Tais alterações ocorrem quando grupos químicos – neste caso, uma molécula de methyl(CH3) – adere ao gene, impedindo a sua expressão. Kaminski está especialmente interessado em alterações epigenéticas capazes de promover a patologia suicida. Evidencias obtidas pela pesquisa capacitaram a equipe a criar um modelo de teste sanguíneo e prova-lo em dois pequenos grupos de pacientes, incluindo pessoas reconhecidamente portadoras do risco de suicídio. O teste pesquisa a atividade reduzida de SKA2, a qual, a equipe levanta a hipótese, é causada por uma alteração epigenética que impede as células cerebrais de regularem adequadamente os receptores para hormônios glicocorticoides relacionados ao estresse, mais notavelmente o cortisol. Níveis anormais de cortisol têm sido previamente correlacionados com o comportamento suicida. A hipótese é que a queda na atividade de SKA2 em suicidas indica uma incapacidade de regular corretamente a resposta ao estresse. Os pesquisadores sugerem que em pessoas com a variação SKA2, há um grande risco de ideação suicida progredindo para o ato suicida na presença de um estressor. De acordo com Kaminski e seus colaboradores, “um screening precoce daqueles pacientes em risco de ideação suicida e tentativa de suicídio pode ser possível, permitindo a identificação da população de risco, tratamento proativo, redução de estresse e ansiedade”. Extraído de “Brain & Behavior Research Foundation” Tradução: Marco Teixeira

Published on 2015-05-21 00:37:45 GMT

BUDA: "Apegar-se ao ódio é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra".

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