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Olhando para o crescimento do mercado brasileiro e também para atender as pequenas, médias e grandes empresas na área de CONTABILDIADE E ASSESSORIA EMPRESARIAL, a ACONPAR foi criada em 2009 pelos seus idealizadores: Agnaldo Maciel e Mauricio de Almeida são profissionais com mais de 10 anos de experiência adquirida em empresas de grande porte. O objetivo da ACONPAR é assessorar de forma simples e dinâmica, ou seja, estando sempre ao lado do cliente independente do porte ou segmento, buscando sempre apresentar soluções baseadas em planejamento. Cada ano que passa a ACONPAR cresce pela força de vontade de seus idealizadores e colaboradores, que estão em constante treinamento e atualização, a fim de aprimorar a qualidade na prestação de serviços

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Mudança em seguro-desemprego atingirá trabalhador com dispensa a partir do dia 28/02. Sobre as mudanças, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) informou nesta terça-feira que o Sistema Mais Emprego está sendo adequado para atender o prazo estabelecido pela MP Trabalhadores dispensados a partir de 28 de fevereiro vão enfrentar as novas "travas" no acesso ao seguro Brasília - Os trabalhadores cuja data da dispensa seja a partir de 28 de fevereiro de 2015 vão enfrentar as novas "travas" no acesso ao seguro-desemprego. Essa data foi estabelecida pela Medida Provisória 665, publicada no Diário Oficial da União de 30 de dezembro do ano passado. Conforme a redação da MP 665, as novidades entrariam em vigor 60 dias depois da publicação da Medida Provisória, ou seja, 28 de fevereiro. Sobre as mudanças, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) informou nesta terça-feira, 10, ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado que "as providências nesse sentido estão sendo tomadas" e que "o Sistema Mais Emprego está sendo adequado para atender às novas exigências da Medida Provisória, no prazo estabelecido pela MP 665/2014". Segundo o entendimento jurídico, explica o MTE, as novas regras para solicitação do seguro-desemprego exigidas pela Medida Provisória 665 passam a valer no prazo de 60 dias da data da publicação da MP. "Assim, todos os trabalhadores requerentes do benefício seguro-desemprego, cuja data da dispensa seja a partir de 28 de fevereiro de 2015, estarão sendo habilitados segundo as novas regras." A norma anterior exigia seis meses trabalhados nos últimos três anos para que o benefício fosse liberado. Com a nova regra, que valerá a partir de março, o desempregado deverá ter recebido salários por pelo menos 18 meses nos últimos dois anos para fazer a primeira solicitação. Para a segunda solicitação, serão 12 salários nos últimos 16 meses. Para a terceira, ele deverá ter recebido salários nos 6 meses imediatamente anteriores à data da dispensa. Na prática, as novas normas prejudicarão quem está há menos tempo no mercado de trabalho. O MTE destacou hoje, ainda, que as regras relacionadas ao seguro do pescador artesanal têm sua vigência, conforme texto da MP 665, para o "primeiro dia do quarto mês subsequente à data de sua publicação", ou seja, demorarão um pouco mais para entrar em vigor. A mudança no acesso ao seguro-desemprego foi uma das medidas para o ajuste das contas públicas anunciado no final de 2014. Logo depois de sinalizado o aperto, o ministro do Trabalho, Manoel Dias, disse que a mudança na regra de acesso ao seguro-desemprego geraria economia de R$ 9 bilhões. Centrais sindicais e a oposição consideraram as mudanças um ataque aos benefícios trabalhistas. "Nós não retiramos nenhum direito", rebateu o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, logo após as críticas. O fato é que houve fortes polêmicas envolvendo o tema. No dia 19 de janeiro, por exemplo, foi realizada reunião entre líderes sindicais e os ministros da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto; da Previdência Social, Carlos Gabas; do Planejamento, Nelson Barbosa; e do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, em São Paulo. O clima da conversa foi tenso. Os sindicalistas pediram a revogação das Medidas Provisórias 664 e 665 relacionadas à Previdência Social, ao seguro-desemprego e ao seguro defeso. Mudanças A mudança nas regras no seguro-desemprego pode diminuir o acesso ao benefício em mais de 25%, conforme levantamento divulgado em 16 de janeiro pelo Ministério do Trabalho. O cálculo foi feito a partir de uma simulação de como seria a concessão de benefícios se as novas regras fossem aplicadas na base de dados de 2014. No ano passado, o seguro foi solicitado por cerca de 8,5 milhões de pessoas. De acordo com os números apresentados, com a nova regra prevista na MP 665, mais de 2,2 milhões de pessoas desse total teriam o pedido recusado, ou 26,58% do total. O número é quase sete vezes maior que os 351 mil benefícios de fato recusados em 2014, ainda sob a regra antiga. A novidade foi implantada por meio de uma Medida Provisória, que é um instrumento com força de lei, adotado pelo presidente da República, em casos de relevância e urgência. Depende de aprovação do Congresso Nacional para transformação definitiva em lei, mas tem efeitos práticos imediatos. A negociação para que a MP vire lei não será fácil. O líder do PT na Câmara dos Deputados, Sibá Machado (AC), admitiu nesta terça-feira, 10, que os textos das Medidas Provisórias (MP) que trazem mudanças na legislação trabalhista não serão aprovados como vieram do Executivo. O petista lembrou que mais de 600 emendas já foram apresentadas pelas bancadas e que é preciso buscar um consenso para definir quais são as prioridades que devem ser introduzidas nas propostas. Segundo o líder, o espírito essencial das medidas - que é o de promover ajustes econômicos - não será alterado, mas ele concordou que é preciso preservar os direitos dos trabalhadores. FONTE: Estadão

Published on 2015-02-10 23:47:18 GMT

Indústria reage à mudança no auxílio doença, que dobra de 15 para 30 dias a responsabilidade das empresas Depois de as centrais sindicais pedirem alterações nas regras para concessão de benefícios trabalhistas e previdenciários, agora é a vez da indústria reclamar da proposta para o auxílio-doença. A informação foi dada hoje pelo jornal "Folha de São Paulo”. Pela nova regra, a empresa terá de pagar o salário integral do funcionário nos primeiros 30 dias de afastamento. Atualmente, a empresa banca os primeiros 15 dias, e os demais ficam por conta do INSS. "A indústria é contrária à medida e vamos discutir isso no Congresso", disse o presidente da Fiesp, Paulo Skaf. INTEGRAL Pela nova regra, a empresa terá de pagar o salário integral do funcionário nos primeiros 30 dias de afastamento. Hoje, ela banca os primeiros 15 dias, e os demais ficam por conta do INSS.

Published on 2015-01-30 16:49:16 GMT

Indústria cresce 0,9% no Paraná em novembro A produção da indústria do Paraná avançou 0,9% na passagem de outubro para novembro de 2014, diante do recuo na média nacional em 0,7%, segundo a Pesquisa Industrial Mensal Regional - Produção Física (PIM-PF), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a segunda taxa positiva no Estado, considerando outubro e novembro, acumulando ganho de 1,4% em dois meses. Com esse resultado, o índice trimestral registrou variação positiva de 0,1% no Paraná, nos três meses encerrados em novembro, frente ao nível do mês anterior, mantendo a trajetória ascendente iniciada em julho de 2014. Entre os quatorze locais pesquisados no País, sete deles apresentaram diminuição no ritmo da produção industrial. Os ramos que influenciaram positivamente no Paraná foram fabricação de coque, derivados de petróleo e de biocombustíveis; máquinas, aparelhos e materiais elétricos; papel, celulose e produtos de papel. Em novembro de 2014, no confronto com novembro de 2013, o setor fabril paranaense apontou recuo de 8,0%, frente contração de 5,8% para o Brasil, com retração em onze dos quinze locais pesquisados. Os setores que afetaram negativamente o desempenho da indústria no Estado foram veículos automotores, reboques e carrocerias (-27,3%), pressionado, especialmente, pela menor produção de automóveis, caminhão-trator para reboques e semirreboques, caminhões, reboques e semirreboques e motores de explosão e combustão interna para veículos automotores. Também interferiu a contração da fabricação de máquinas e equipamentos (-17,9%), explicada pela menor produção de máquinas para colheita, tratores agrícolas, partes e peças para refrigeradores, congeladores e semelhantes para uso industrial e comercial, aparelhos ou equipamentos de ar condicionado para uso central, aparelhos elevadores ou transportadores e partes e peças para aparelhos de ar condicionado. Houve ainda a influência dos ramos de produtos minerais não metálicos (-14,3%), pressionado pela redução na produção de cimentos “Portland”, artigos de fibrocimento contendo amianto, blocos e tijolos para construção de cimento ou concreto, misturas betuminosas fabricadas com asfalto, elementos pré-fabricados para construção civil de cimento e concreto e massa de concreto preparada para construção; e de produtos alimentícios (- 8%), com a retração na produção de açúcar cristal, açúcar VHP, rações e outras preparações utilizadas na alimentação de animais e chá mate beneficiado. Em sentido oposto, os setores de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (12,9%), fabricação de celulose, papel e produtos de papel (8%), e fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (2,9%) exerceram as contribuições positivas mais importantes sobre o total da indústria paranaense. No acumulado dos onze meses de 2014, a indústria do Paraná desacelerou 6,2%, ante a redução de 3,2% na produção nacional. Dos treze setores pesquisados, sete diminuíram a produção, puxados por fabricação de veículos automotivos (-21,1%), máquinas e equipamentos (-11,5%), fabricação de móveis (-7,8%), produção de alimentos (-5,9%) e fabricação de produtos químicos (-2,9%). No indicador acumulado de doze meses, encerrado em novembro de 2014, a produção industrial regional, ao passar de -4,7% em outubro para -5,9%, em novembro de 2014, manteve a trajetória descendente iniciada em fevereiro de 2014 (4,5%). Os principais impactos negativos para a média global vieram dos setores veículos automotores, reboques e carrocerias (-18,8%), máquinas e equipamentos (-9,7%), fabricação de móveis (-7%), produtos alimentícios (-5%) e produtos químicos (-3,5%). O economista do Núcleo de Macroeconomia e Conjuntura do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social, Francisco José Gouveia de Castro, analisa o resultado no Estado. “O panorama adverso da produção regional resulta do ambiente econômico nacional desfavorável, fruto dos fatores externos, especificamente a lenta recuperação da economia mundial e subsequente diminuição dos preços internacionais das commodities e das barreiras domésticas, formadas essencialmente pela execução de uma política econômica inóspita ao crescimento”, disse. font: SEFA/PR

Published on 2015-01-21 19:19:04 GMT

DECLARAÇÃO DO IR 2015 DEVE SER ENTREGUE ENTRE 2 DE MARÇO E 30 DE ABRIL Está obrigada a apresentar a declaração a pessoa física residente no Brasil que, em 2014, recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 26.816,55 A Receita Federal publicou nesta quarta-feira (4), no Diário Oficial da União (DOU)a instrução normativa com as regras para apresentação da Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física de 2015, ano-calendário de 2014. O documento deverá ser entregue no período de 2 de março a 30 de abril pela Internet. Está obrigada a apresentar a declaração a pessoa física residente no Brasil que, em 2014, recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 26.816,55; recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, acima de R$ 40 mil; obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas. Quando à atividade rural, está obrigado a declarar o contribuinte que, em 2014, obteve receita bruta em valor superior a R$ 134.082,75; que pretenda compensar, no ano-calendário de 2014 ou posteriores, prejuízos de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2014; teve, em 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil; passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês e nesta condição encontrava-se em 31 de dezembro; ou optou pela isenção do Imposto sobre a Renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias contado da celebração do contrato de venda. Segundo as regras, é vedado a um mesmo contribuinte constar simultaneamente de mais de uma declaração, seja como titular seja como dependente, exceto nos casos de alteração na relação de dependência ocorrida em 2014.

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