Dr. Silvio Reggi

at Av. Albert Einstein, 627, consultório 413., São Paulo, 05652-000 Brazil

Dr. Silvio Reggi é médico cardiologista em São Paulo. Divulga em sua página informações científicas de qualidade.


Dr. Silvio Reggi
Av. Albert Einstein, 627, consultório 413.
São Paulo , SP 05652-000
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Graduado pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), tem especialização em Clínica Médica e Cardiologia. Suas atividades se dividem entre a assistência, o ensino e a pesquisa. Atualmente é chefe da enfermaria de Cardiologia do Hospital São Paulo, UNIFESP. Seu consultório esta localizado dentro do Hospital Albert Einstein.

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Infarto cardíaco e a importância do atendimento rápido. Que infarto é uma doença grave não há dúvidas. Mas a urgência no atendimento pode tornar as consequências menos dramáticas se tudo for feito dentro do ideal. E, ainda que o lado que cabe aos médicos e hospitais seja feito, pouco terá resolvido se o paciente não procurar a ajuda com brevidade. Infarto significa a ausência do suprimento de sangue e morte de células. Em outras palavras, se o sangue não chega, não chega oxigênio e nutrientes e as células morrem. O infarto acontece em qualquer órgão do corpo, mas o do coração é o mais conhecido e, talvez, o mais catastrófico. Quando uma placa de colesterol não deixa que as células cardíacas recebam seus nutrientes, elas vão morrendo, uma por uma. Quando muitas delas morrem, o coração pode ser tornar insuficiente ou mesmo parar. Acontece que tudo isso pode acontecer em minutos. Por isso a ajuda médica rápida e correta é fundamental. Não há segunda chance. E o papel dos pacientes, qual é? Desconfiar que algo está errado. A dor no peito, do lado esquerdo, que vai para o braço é a mais comentada. Mas não é a única. O infarto pode vir como falta de ar, sensação de enforcamento e dor no estômago, só para citar alguns exemplos. Não há regras. Mas quase sempre é um sintoma agudo. Ou seja, algo que acontece de uma hora para outra. Tudo ia bem e de repente... Por isso, conhecer seu corpo é fundamental. Além disso, respeite os avisos que ele dá. Jovens e pessoas com saúde menos frágil costumam ser ainda mais negligentes. Não façam isso. Procure um hospital em caso de dúvidas. Há muita coisa que a medicina pode fazer para ajudar nesses casos. Mas temos um tempo para isso. E ele é curto.

Published on 2014-08-25 20:25:07 GMT

DIABETES E O RISCO DE INSUFICIêNCIA CARDÍACA A Diabetes, quando não cuidada, é uma doença devastadora. Com o passar do tempo as artérias do corpo se tornam cada vez mais doentes, causando alterações em diversos órgãos, inclusive no coração. Por este motivo os pacientes portadores de Diabetes têm um enorme risco de desenvolver insuficiência cardíaca, uma outra doença que preocupa muito médicos e pacientes. Com as artérias do coração doentes (coronárias) a chance de infarto é muito elevada o que, quando ocorre, compromete o desempenho do coração (insuficiência cardíaca). Com as duas doenças juntas, a risco de morte é muito maior. Portanto não deixe de se cuidar. Faça os testes periódicos para saber sobre a possibilidade de ter Diabetes e, se já tiver a doença, cuide-se. Todos nós cardiologistas estamos muito empenhados para que o número de pacientes com complicações seja cada vez menor.

Published on 2014-10-02 13:47:52 GMT

O que vem primeiro, a pressão alta ou a dor de cabeça? Na maioria das vezes a dor de cabeça. Temos o hábito de relacionar o aumento da pressão às dores, mas a verdade é que geralmente a pressão só sobe depois que a dor aparece. Quando sentimos dor, nosso organismo responde com a liberação de diversos hormônios, vários deles responsáveis pelo aumento da pressão. Por isso notamos seu aumento. Isso pode ser ainda pior no caso de pessoas ansiosas, pois podem ter picos ainda maiores. Dores de cabeça causadas pela pressão alta geralmente só ocorrem nas situações mais graves, quando nota-se um aumento muito grande dela. Além disso, nesses casos, os pacientes já são quase sempre sabidamente hipertensos. Portanto, muito cuidado ao tomar medicamentos para a pressão. Nem sempre eles são necessários. #drsilvioreggi #hipertensão

Published on 2014-09-22 20:55:51 GMT

Fazer atividades físicas é sem dúvida uma das grandes atitudes que podemos ter para conquistarmos uma vida mais saudável. Diariamente, milhões de pessoas lotam academias e parques, boa parte em busca não de um corpo sarado, ou de uma performance invejável, mas de saúde e mais anos de vida. Porém, é natural que percebamos que a quantidade e a intensidade dos exercícios estejam diretamente relacionadas aos benefícios colhidos, estando em vantagem aqueles que fazem mais. Isto faz com que as pessoas fiquem frustradas quando o tempo disponível é pequeno, ou quando o desempenho almejado não é alcançado. Muitas desistem. Acontece que as pessoas fazem exercícios por diversos motivos: para ter um corpo em forma, para perder peso, para diminuir as tensões do dia-a-dia. E, para cada uma destas finalidades, a “prescrição” precisa ser diferente, pois não só o tipo do exercício, mas a intensidade e a quantidade são fundamentais para que os objetivos sejam alcançados. Agora, se o assunto é saúde, talvez seja preciso fazer bem menos do que se imagina. Em 2012, pesquisadores americanos publicaram resultados, avaliando corredores, mostrando que os que corriam até 30Km (acumulados por semana) tinham mais benefícios quando comparados aos que faziam mais. Neste mês, foram publicados no periódico do American College of Cardiology os resultados de uma nova análise que mostrou resultados muito parecidos. Feita por pesquisadores Dinamarqueses, foram avaliadas mais de 5mil pessoas, entre corredores e sedentários. As conclusões foram bem claras: corredores leves tiveram redução na taxa de mortalidade (de 71%) quando comparados não só aos sedentários, mas também quando comparados aos demais corredores. Ainda: corredores de alta performance pareceram ter taxas de mortalidade muito próximas às dos sedentários. Foram considerados corredores leves aqueles que corriam até três vezes por semana, com velocidade não superior a 8Km/h e que não acumulavam mais de 150 minutos (por semana). A mensagem que fica é a de que o exercício aeróbico, feito com moderação e sem exageros, parece ser o mais saudável. Apesar de ainda existir muito a ser estudado, os resultados publicados até agora parecem dizer a mesma coisa.

Published on 2015-02-06 17:46:16 GMT

COMO DIMINUIR EM ATÉ SEIS VEZES O RISCO DE INFARTO NO CORAÇÃO. Foi publicada no JACC, uma revista cientifica muito importante, um estudo que avaliou mais de 20mil homens. Através de análises estatísticas, os pesquisadores descobriram que os pacientes que adotaram as regras abaixo tiveram seis vezes menos chance de ter um infarto quando comparados aos que não seguiram nenhuma delas. Vejam quais são: 1. NÃO TENHA BARRIGA: mais importante que o peso é o tamanho da barriga. O ideal é que ela tenha menos que 95cm; 2. ÁLCOOL SEM EXAGEROS: beber exageradamente não é bom. Quantidades entre 10 e 30g por dia são adequadas; 3. NÃO FUME: o tabagismo é um dos principais causadores de infarto; 4. PRATIQUE EXERCÍCIOS: caminhar rápido, 40min por dia, é suficiente. A caminhada pode ser trocada pela bicicleta. 5. COMA BEM: tenha uma dieta rica em frutas, vegetais, alimentos integrais e peixes. As doenças cardiovasculares, entre elas o infarto, são a principal causa de morte no mundo. Apesar dos fatores genéticos serem importantes, há muito que nós podemos fazer evitá-las. Faça sua parte. #drsilvioreggi #infarto #prevencao

Published on 2014-09-29 00:10:49 GMT

Polipílula. Entenda o que é. Uns dos maiores problemas de saúde pública são as doenças cardiovasculares. Os países em desenvolvimento, diferentemente do pensamento de muitos, são responsáveis por quase 80% das mortes por essas causas. Tratar estes pacientes não é tão simples. O acesso aos serviços médicos e a complexidade do tratamento – com múltiplos medicamentos diários – leva á baixa aderência e a um resultado final que não se modifica: cada vez mais mortes, muitas evitáveis. A polipílula tenta ajudar neste processo. Um único comprimido, uma união de medicamentos, com um único objetivo: salvar vidas. Medicamentos como AAS®, estatinas – que tratam o colesterol – e medicamentos para a pressão estão dentro da cápsula. Sem maiores delongas, o comprimido é oferecido a todos com risco de doenças cardiovasculares, sem muitas perguntas ou exames. Tome e pronto! Parece que tem dado certo. Vários estudos sérios e controlados estão em andamento para tentar nos responder se vamos conseguir salvar as vidas que tanto queremos com estratégias como essa. Torcemos para que sim e temos uma boa chance de ver isso de fato funcionar. Aguardemos. #drsilvioreggi #cardiologia #polipilula

Published on 2014-08-07 14:19:17 GMT

Novos medicamentos para obesidade. Valem a pena? Recentemente foram aprovados nos Estados Unidos dois novos medicamentos para o tratamento da obesidade: o Belviq, cujo princípio é a Lorcaserina, e o Qsymia, com os princípios Fentermina e Topiramato. Apesar de já liberados para a venda, ambos os medicamentos estão no centro de uma enorme discussão. O ponto principal é a segurança dessas novas drogas, associada à eficácia ainda duvidosa, validada por poucos estudos. Segundo alguns especialistas, ambos deveriam permanecer longe das prateleiras, ou pelo menos dos receituários médicos, até que a segurança tenha sido plenamente avaliada. Por outro lado, há um grupo que defende a comercialização imediata, argumentando que a obesidade é uma epidemia que carece de tratamentos eficazes. Além disso, os estudos já realizados, apesar de não terem avaliado com profundidade a segurança para o coração, foram suficientes para mostrar que as drogas podem sim ser comercializadas. Tal embate levou a uma chuva de cartas públicas entre especialistas, muitas delas divulgadas pela revista JAMA, uma das mais respeitadas do mundo. Como cardiologista, concordo que a obesidade deva ser encarada como uma epidemia e um importante fator de risco para as doenças cardiovasculares. Contudo, o uso de drogas que aumentam este risco, mesmo que capazes de reduzir o peso, não se justifica. Assim, esperar por estudos de segurança pode ser, na minha opinião, a estratégia mais adequada neste momento. Vale lembrar que a mudança de hábitos inadequados, como alimentação e sedentarismo, ainda é a maneira mais segura e duradoura de se tratar o excesso de peso. Deixo registrado que a Europa, outro importante mercado mundial, não aprovou o uso dos medicamentos até que os dados de segurança estejam disponíveis. Os medicamentos também não podem ser encontrados no Brasil. #drsilvioreggi #cardiologia #obesidade #dieta

Published on 2014-08-05 02:29:45 GMT

Câncer de próstata. A US Preventive Services Task Force (USPSTF), órgão americano que discute sobre prevenção, novamente classificou como não recomendável o uso do PSA para rastreamento do câncer de próstata. O assunto é polêmico e repleto de dúvidas. Existem alguns argumentos que sustentam a decisão, mas o principal está no fato de que ainda não sabemos exatamente como diferenciar os tumores que terão um comportamento agressivo daqueles que são indolentes. Talvez os testes genéticos poderão nos ajudar dizendo quem é quem. Novidades também poderão surgir em 2016, quando os resultados de um estudo Inglês deverão ser publicados trazendo ainda mais respostas. Por hora, acho que médicos e pacientes devem juntos definir como se comportar diante de um assunto complexo como este e, sempre que possível, a opinião de um especialista deve ser ouvida. #drsilvioreggi #urologia #psa #prostata #cancerdeprostata

Published on 2014-08-02 15:41:57 GMT

Arritmias cardíacas: entenda. As arritmias cardíacas são um conjunto de doenças que alteram o ritmo do coração. Elas podem ser do tipo que aceleram os batimentos, chamadas de taquiarritmias, ou do tipo que diminuem os batimentos, as bradiarritmias. Porém a correta classificação é muito mais complexa do que isso. Arritmias diferentes devem ser tratadas de modo diferente. Daí vem a importância do acompanhamento com um cardiologista. Nem sempre uma arritmia é grave. Existem aquelas que podem colocar a vida em risco, mas essas são a minoria. Em grande parte das vezes, medicamentos ou aparelhos, como o marcapasso, tratam de forma satisfatória os sintomas do paciente e evitam consequências graves. Todo paciente com arritmia deveria saber corretamente seu diagnóstico. Esta informação é fundamental para todos os outros profissionais de saúde que podem vir a cuidar dele. Dependendo do tipo, muitos medicamentos precisam ser evitados por exemplo. Por isso não saia da consulta médica sem entender completamente o que se passa com o seu coração. E, quando possível, carregue com você uma cópia do seu eletrocardiograma. #drsilvioreggi #arritmias

Published on 2014-08-20 23:39:51 GMT

Exercícios também têm limite. Nós cardiologistas já sabemos há algum tempo que quantidades exageradas de exercícios físicos não trazem benefícios. Os mecanismos não estão claros, mas os dados científicos, consistentes e repetidos em diversos estudos, não deixam muita dúvida. Agora novas evidências são apresentadas: neste caso, foram considerados pacientes de alto risco, que já tiveram infarto. Os pesquisadores relatam que provavelmente 50km de corrida por semana são o limite. Alem disso, os benefícios se perdem, levando a um aumento do risco de morte. De forma alguma estas informações podem ser encaradas como um argumento para que os exercícios não sejam feitos. Em doses moderadas e na intensidade correta, eles são muito bem-vindos. Aqui tratamos apenas do exagero.