Faculdade de Medicina - UFC

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O livro "DESAFIOS DO DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL EM GERIATRIA" (Editora Atheneu), que conta com 03 capítulos escritos por docentes do Departamento de Medicina Clínica da Universidade Federal do Ceará(João Macedo Coelho Filho; Charlys Barbosa Nogueira; Jarbas de Sá Roriz Filho e Elizabeth De Francesco Daher) é um dos finalistas do PRÊMIO JABUTI 2013 - Categoria Ciências da Saúde." Criado em 1958, o Jabuti é o mais tradicional e prestigiado prêmio do livro no Brasil. Parabéns a todos!

Published on 2013-09-22 00:45:15 GMT

http://blogs.diariodonordeste.com.br/cearacientifico/biomedicina/nova-vacina-testada-em-macacos-pode-representar-cura-da-aids/

Published on 2013-09-12 03:34:48 GMT

NOTA DE ESCLARECIMENTO DO CFM Manutenção dos vetos à Lei do Ato Médico não amplia competências e atribuições de outras categorias profissionais da saúde. ALERTA À POPULAÇÃO Brasília, 21 de agosto de 2013. Para evitar equívocos de interpretação, assegurar o bom atendimento e informar à população sobre seus direitos, o Conselho Federal de Medicina (CFM) esclarece que: 1) A manutenção dos vetos ao projeto de Lei do Ato Médico não implica em ampliação das competências e atribuições das outras 13 categorias da área da saúde; 2) Os médicos continuam a ser responsáveis pelo diagnóstico de doenças e prescrição de tratamentos, sendo que os outros profissionais atuarão unicamente dentro do escopo de suas respectivas legislações, conforme jurisprudência dos Tribunais Superiores; 3) As únicas exceções possíveis para que os demais profissionais da saúde realizem alguns tipos de diagnóstico e de prescrição ocorrem em situações determinadas em programas de promoção da saúde, combate e prevenção a doenças; 4) Pessoas que realizem estes atos de diagnóstico e prescrição de doenças fora destes contextos específicos devem ser denunciadas às autoridades por exercício ilegal da Medicina, crime previsto no Código Penal com penas que vão de seis meses a dois anos de prisão; 5) Os pacientes devem ficar tranquilos, confiar sua saúde aos médicos, que têm assumido papel chave na assistência, e cobrar dos gestores o investimento necessário para qualificar os serviços públicos de saúde; 6) Os Conselhos de Medicina ressaltam que estão atentos às possíveis irregularidades, como parte de sua missão de defender a qualidade da assistência, a boa prática médica e a proteção e segurança da vida e da saúde dos pacientes. Conselho Federal de Medicina (CFM) Setor de Imprensa (61) 3445-5940

Published on 2013-08-21 20:27:48 GMT

MANIFESTO DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ (UFC) SOBRE O PROGRAMA ‘MAIS MÉDICOS’ A Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará, cônscia de seu papel na formação e educação médica e responsabilidade social com a saúde da população, posiciona-se e manifesta-se em relação à Medida Provisória n° 621, de 08 de julho de 2013, que institui o Programa Mais Médicos: 1 – Reconhece a necessidade da sociedade brasileira de ter maior acesso ao atendimento multiprofissional da saúde; 2 – Entende a importância do planejamento da formação de médicos e melhor distribuição desses profissionais nas diversas regiões do país; 3 – Desaprova a forma precipitada com que o Programa Mais Médicos foi lançado pelo Governo Federal, sem diálogo e entendimento com os profissionais e instituições que seriam diretamente responsáveis pela execução deste programa, representados pelas Entidades de classe, Universidades públicas e privadas, Conselho Nacional de Saúde e Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM); 4 – Considera fundamental e imprescindível a aprovação da destinação de, no mínimo, 10% do orçamento federal para a Saúde, com gestão e desenvolvimento de políticas de pessoal adequadas e reorganização da rede assistencial, de modo a garantir o atendimento real e efetivo da população em todo o território nacional, contemplando inclusive áreas remotas; 5 – Posiciona-se contra a mudança do curso médico para oito anos e compromete-se a continuar adequando o seu projeto pedagógico, de forma a atender as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN), reforçando o compromisso social na formação de médicos generalistas e com visão humanista; 6 - Concorda com a proposta de expansão de vagas para a Residência Médica, priorizando-se as áreas de especialidades mais necessárias ao SUS; 7 - Defende a criação de carreira pública para os profissionais de saúde do SUS, de forma ordenada para os diferentes níveis de atenção à saúde, priorizando a atenção básica e criando condições adequadas de trabalho; 8 - Rejeita a contratação de médicos estrangeiros, sob qualquer pretexto, sem o devido registro legal nos Conselhos de Medicina da jurisdição onde se propõem a atuar e manifesta o seu apoio ao REVALIDA (Exame de Revalidação de Diplomas de Médicos Graduados no Estrangeiro); 9 – Enfatiza a necessidade do estabelecimento de diálogo entre o governo e as entidades profissionais, visando garantir a melhoria da educação médica e a qualificação dos serviços de saúde, em prol do bem estar da população brasileira. A Comunidade Acadêmica dos Cursos de Medicina da Universidade Federal do Ceará continuará seu trabalho permanente na graduação de profissionais com formação geral e sólida, comprometidos com as transformações da sociedade e com a defesa da vida. Prof. José Luciano Bezerra Moreira Diretor da Faculdade de Medicina/UFC Profa. Valéria Goes Ferreira Pinheiro Vice-Diretora da Faculdade de Medicina/UFC Profa. Yacy Mendonça de Almeida Coordenadora de Graduação da Faculdade de Medicina/UFC Profa. Elizabeth de Francesco Daher Vice-Coordenadora de Graduação da Faculdade de Medicina/UFC Prof. Ariel Gustavo Scafuri Chefe do Departamento de Morfologia Prof. Paulo Roberto Carvalho de Almeida Chefe do Departamento de Patologia e Medicina Legal Prof. Manoel Oliveira Filho Chefe do Departamento de Saúde Materno-Infantil Prof. Luiz Gonzaga Porto Pinheiro Chefe do Departamento de Cirurgia Prof. João Macedo Coelho Filho Chefe do Departamento de Medicina Clinica Profa. Mônica Cardoso Façanha Chefe do Departamento de Saúde Comunitária Prof. Cláudio Gleidiston Lima da Silva Coordenador do Curso de Medicina de Barbalha Prof. Gerardo Cristino Filho Coordenador do Curso de Medicina de Sobral

Published on 2013-07-23 14:34:20 GMT

NOTA DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CONTRA A ENTRADA DE MÉDICOS ESTRANGEIROS O Conselho Federal de Medicina (CFM) condena veemente qualquer iniciativa que proporcione a entrada irresponsável de médicos estrangeiros e de brasileiros com diplomas de medicina obtidos no exterior sem sua respectiva revalidação. Medidas neste sentido ferem a lei, configuram uma pseudoassistência com maiores riscos para a população e, por isso, além de temporárias, são temerárias por se caracterizarem como programas políticos-eleitorais. O CFM e os Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) envidarão todos os esforços possíveis e necessários, inclusive as medidas jurídicas cabíveis, para assegurar o Estado Democrático de Direito no país, com base na dignidade humana. Este princípio passa a ser desrespeitado pela irreverência do Poder Executivo ao pretender ofertar à parcela maior e mais carente da população brasileira assistência à saúde sem segurança e qualificação. Se a Constituição Federal não estipulou cidadãos de segunda categoria, então, o país não pode permitir que tais segmentos sejam atendidos por pessoas cuja formação profissional suscita dúvidas, com respeito a sua qualidade técnica e ética. Ao contrário do que asseguram os defensores desta proposta, estudos indicam que os médicos estrangeiros tendem a migrar para os grandes centros a médio e longo prazos. No entendimento do CFM, a criação de uma carreira de Estado para o médico do SUS – com ênfase na atenção primária (com a previsão de infraestrutura e de condições de trabalho adequadas) – asseguraria a presença de médicos e um efetivo atendimento nas áreas distantes e nas periferias dos grandes centros. Além disso, para o SUS se manter público, integral, gratuito, de qualidade e acessível a toda a população, o Estado Brasileiro não deve se furtar da responsabilidade de destinar-lhe mais recursos (um mínimo de 10% da receita bruta da União), buscando o aperfeiçoamento de seus serviços, dotando-os de infraestrutura e recursos humanos valorizados, para atender de forma eficaz e com equidade a população. Conclamamos o Poder Legislativo; o Poder Judiciário; o Ministério Público; as entidades médicas; as universidades; a imprensa; e todos os movimentos da sociedade civil organizada a se posicionarem contra esta agressão à Nação e em benefício de um sistema público de saúde de qualificado. Não podemos admitir que interesses específicos e eleitorais coloquem em risco o futuro de um modelo enraizado na nossa Constituição e que pertence a 190 milhões de brasileiros. O que precisamos é de médicos bem formados, bem preparados, bem avaliados e com estímulo para o trabalho. Tratar a população de maneira desigual é sinal de desconsideração e de desrespeito para com seus direitos de cidadania.