Waves Soluções Inteligentes

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Soluções Empresariais e Jurídicas.


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Criar uma marca, ultrapassar os limites, ter uma ousada visão do futuro, apostar na perseverança e empreendimento de seus profissionais. Esta visão diferenciada impulsionou a formação da WAVES SOLUÇÕES INTELIGENTES LTDA. Desde o início de suas atividades, a WAVES tem caracterizado pela alta qualidade do seu serviço, criatividade profissional, inovação e constante busca de resoluções de problemas dos seus clientes de forma célere e, como o próprio nome da empresa diz, inteligente. A WAVES está capacitada para atender de forma eficiente às necessidades de seus clientes nas diversas áreas empresariais. Nossa meta de existência é obter significativos êxitos nos nossos serviços, buscando assim credibilidade na sociedade e no meio empresarial. Tal credibilidade virá pelo compromisso assumido por seus profissionais de prestar o melhor serviço, sempre pautado na ética, com a máxima qualidade, a fim de proporcionar aos seus clientes segurança, satisfação e confiança.

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  • Mondays: 08:00- 18:00
  • Tuesdays: 08:00- 18:00
  • Wednesdays: 08:00- 18:00
  • Thursdays: 08:00- 18:00
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Cuidado com a imagem da sua empresa em rede sociais. Uma frase com erros ortográficos ou letras faltando, por qualquer descuido, transmite mensagem negativa sobre o seu negócio. Em uma época de recessão, qualquer cuidado é pouco.

Published on 2015-02-11 00:22:47 GMT

Consultoria Empresarial - Área Financeira Plano de Negócios Diagnóstico Estratégico Análise de Mercado Análise Financeira e Balanço Planejamento Financeiro Restruturação do Negócio Projetos e Assessoria de Viabilização Econômica para o BNDES e Goiás Fomento - Área Jurídica Consultoria Jurídica Cobranças e Execuções Contratos Ações referentes à Relações de Consumo; Direito Imobiliário; Cível Direito Ambiental Direito Societário Direito do Trabalho - Telecomunicações Aquisição de Sites Licenciamento Urbanístico e Ambiental Assessoria Jurídica em Licenciamento Negociação de Cláusulas Contratuais em equipe especializada Estudos Ambientais Reuniões Institucionais em Órgãos de Licenciamento Preparação de Recursos Administrativos Renovações de Licenças

Published on 2015-01-05 16:36:39 GMT

Com R$ 30 mil, empresário investe em fábrica de sorvete Em SP, pequena fábrica produz 50 sabores e 2 mil picolés por dia. Empresário montou a fábrica em 7 metros quadrados de área. Com a proximidade do calor, aumentam as vendas de sorvete de todos os tipos. O mais procurado é o picolé. Em São Paulo, em uma pequena fábrica, são produzidos 50 sabores de picolés: dos tradicionais de frutas aos artesanais. O espaço é minúsculo. E os custos também. Um empresário montou uma fábrica de sorvete em sete metros quadrados de área. Sandro Veraci faz 2 mil picolés por dia. “Como o espaço é pequeno, de um lado eu deixei todos os ingredientes para sorvete e do outro lado eu deixei todo o maquinário. Eu produzo, ele vai para o freezer, pego de novo outra produção e assim por diante”, explica. Picolé vende muito, porque é bom e barato. O custo de um picolé para o fabricante é de apenas R$ 0,15. E é vendido por R$ 1 cada. Lucro de quase 700%. Um picolé é 80% água e palito. A matéria-prima dele é muito barata No processo de fabricação, primeiro é preciso misturar os ingredientes: bate no liquidificador, põe na forma e vai para a máquina produtora de sorvete. A máquina é um supercongelador. Em constante movimento, fica água misturada com álcool justamente para não congelar, para se manter líquida. A temperatura é baixíssima, menos 28 graus. Congela em 15 minutos. Depois, é só desenformar os picolés e embalar. Para isso, o empresário usa uma seladora. “É uma embalagem plástica. Eu já comprei pronta ao valor de R$ 0,01 cada uma.” O empresário faz 50 tipos de picolés. Dos tradicionais aos diferentes. Chocolate, beijinho, algodão doce, chiclete. E tem também os especiais: chocolate, pistache, nozes. “Um sorvete assim artesanal desse modo não se encontra por aí. Dá trabalho, mas vale a pena. Valoriza o produto”, disse. Cada picolé especial é vendido por R$ 3,50. Para montar a fábrica de picolé, o empresário investiu R$ 30 mil. Usou o dinheiro para comprar maquinário e reformar o pequeno espaço. Ele também faz sorvete de massa, que representa 10% do faturamento. Ele usa esta outra máquina que bate o sorvete enquanto gela. Um cuidado importante para quem vai entrar nesse negócio: é preciso estar atento às normas da vigilância sanitária. “Temos que usar ingredientes de qualidade, atenção com validade dos produtos, água filtrada, tem que ter higienização das máquinas e tudo isso compõe um produto final de qualidade”, afirma a nutricionista Bianca Veraci. Outra questão que não pode passar em branco: sorvete é sazonal. Vende muito no calor e pouco no frio. Mas o empresário montou um esquema para manter a fábrica funcionando o ano inteiro. “Nós vendemos para buffets, restaurantes, escolas e eventos (...). Dá para segurar o inverno”, afirma. Por ano, o Brasil consome mais de 1 bilhão de litros de sorvetes. Só de picolés, são 230 milhões de litros. O montante gera um faturamento de R$ 4 bilhões por ano ao mercado de gelados. Números que, de acordo com Eduardo Weisberg, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes, foram alavancados por pequenos fabricantes. “Tem vários níveis de indústria que investe em sorvete. Tem a sorveteria de bairro, tem a sorveteria que começou pequenininha e hoje já atinge outros bairros, começa vender em restaurantes, clubes, áreas institucionais, isso fez com que o mercado tivesse realmente vários níveis de indústrias e níveis em termos de capital e não em termos de qualidade porque a qualidade do sorvete brasileiro é muito boa”, diz Weisberg. Sandro garante: se produzisse mais, venderia tudo. No verão, ele deixa de atender clientes, que fazem fila para comprar picolé. O plano agora é se organizar para produzir mais e ganhar mais dinheiro. “Agora para esse verão, nós vamos comprar mais maquinários, mais freezer para dobrar a produção e atender todo mundo e em 2013 nós estamos com ideia de abrir franquias para alavancar nossa marca”, afirma. Na loja, o empresário chega a receber 300 gulosos cientes por dia.

Published on 2014-12-04 17:59:25 GMT

"O sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder entusiasmo." Winston Churchill

Published on 2014-11-12 10:35:10 GMT

"Planos não passam de boas intenções, a menos que se transformem imediatamente em trabalho duro – Peter Drucker"

Published on 2014-11-11 00:12:22 GMT

Qual o trabalho da Waves? Prestamos serviço de assessoria e consultoria nas áreas: Jurídica (trabalhista, tributaria, Civil em Geral e Societária), Administrativa (administração de bens e Intermediação de Compra e Venda de Empresas) e Financeira (Plano de Negócio, Planejamento Financeiro, entre outros). Nossos colaboradores são especializados com larga experiência de mercado e diferentes áreas. Nossa principal proposta é oferecer melhores resultados financeiros e econômicos para a sua empresa através de análise, planejamento e controle realizado por nossos consultores. Ficou interessado? Entre em contato conosco e agende uma reunião sem compromisso

Published on 2014-08-05 19:41:07 GMT

A partir de hoje, a Waves dará algumas dicas do que você deve fazer antes de abrir seu próprio negócio. DICA 1 – O Plano de Negócios da sua empresa! Desenvolva um plano de negócios para sua empresa. Para os Consultores da Waves, desenvolver um plano de negócios, estudar o seu mercado, o local onde você vai atuar, a concorrência e principalmente seu público-alvo é fundamental para o sucesso. Nós, da Waves, estamos prontos para ajudar-lhe a montar seu próprio negócio. Iremos realizar seu plano de negócio, elaborando uma planilha todos os custos inerentes ao negócio, sejam fixos, variáveis e até os inesperados e tente prever os lucros que deseja. Planejar-se é a melhor forma de estar preparado para o futuro. Entre em contato conosco. Tel.: 62 3996-5115

Published on 2014-09-08 17:03:31 GMT

DNA negativo não isenta pagamento de pensão alimentícia Um homem que realizou reconhecimento espontâneo de paternidade e descobriu posteriormente não ser pai da suposta filha deve continuar a pagar pensão alimentícia. Para a 3ª câmara de Direito Civil do TJ/SC, mesmo o resultado do exame de DNA sendo negativo, é pacífico o entendimento de que o reconhecimento voluntário da paternidade é irrevogável, sendo vedado o arrependimento e a impugnação sem a comprovação do falso juízo. Nos autos, o autor alega que estaria sofrendo pressão psicológica da jovem e de sua mãe para o pagamento de pensão e até direito à herança, mesmo após resultado do exame. Ele afirma que teria sido induzido em ação de investigação de paternidade a fazer um acordo de pagamento de pensão para o encerramento do processo. Por ser pessoa simples e sem estudos, conforme sustenta, o autor conta que assinou o documento sem a presença de advogado de confiança e que, após o trânsito em julgado da decisão, solicitou à ré que realizasse exame de DNA, o qual teve resultado negativo. Em 1º grau, a ação negatória de paternidade foi rejeitada. Em análise de recurso do autor, o relator da matéria, desembargador Saul Steil, destacou que o reconhecimento espontâneo da paternidade é fato incontroverso, pois não há provas de que o apelante tenha sido induzido em erro, tampouco não encontram suporte suas alegações no sentido de que reconheceu a paternidade apenas para extinguir a ação de investigação. "Pelo contrário, é evidente que tinha conhecimento das consequências e responsabilidades que o reconhecimento da paternidade envolvia. Desse modo, somente se admite a negação da paternidade reconhecida por livre vontade se comprovada a indução em erro ou a falsidade, sendo vedado o arrependimento e a impugnação sem a comprovação do falso juízo." O processo corre em segredo de Justiça.

Published on 2014-09-05 15:42:46 GMT

TJDFT - Moradora é condenada a indenizar vizinhos por barulho O Juiz do 1º Juizado Especial Cível de Brasília condenou moradora a pagar indenização a vizinhos por danos morais, devido a barulhos em apartamento. A moradora também foi condenada a se abster de produzir barulhos que ultrapassem os limites permitidos na legislação, durante o período noturno, entre 22h e 8h, sob pena de multa judicial. Segundo testemunhas, eram ouvidos barulhos de cadeiras batendo, em dias de jogos de futebol, de móveis arrastados, de brigas, dentre outros, durante o período da noite e da madrugada. Duas testemunhas disseram que conviveram com a perturbação sonora por seis anos e que por terem dois filhos pequenos venderam o apartamento em razão desse problema. Ela entrou com ação pedindo anulação de multa aplicada pelo condomínio e alegou perseguição de vizinhos. Em contestação, dois moradores pediram reparação por danos morais devido ao barulho. Por sua vez, o condomínio requereu que a moradora preserve o silêncio dentro de sua unidade condominial. O Juiz decidiu que ficou evidenciado que ela, reiteradamente, vem descumprindo as regras estabelecidas pelas normas condominiais e pelos direitos de vizinhança, causando perturbação ao sossego e à tranqüilidade dos dois primeiros réus. Com efeito, a documentação existente no feito revela a existência de 25 reclamações registradas pelos atuais moradores do apartamento 315 do condomínio contra os barulhos noturnos produzidos no apartamento 415, de propriedade da autora. A prova documental também demonstra que moradores anteriores do apartamento 315 registraram reclamações contra a autora pelo mesmo motivo. Acrescente-se, ainda, que há notícia nos autos, corroborada pela prova testemunhal colhida na audiência de instrução, que diversas outras reclamações foram realizadas verbalmente para os síndicos ou por telefone à portaria. Importante salientar que a autora, em resposta a diversos desses registros, pediu desculpas pelo barulho e prometeu ter mais cuidado, o que indica que as reclamações não eram infundadas, tal como afirmado na petição inicial. Processo: 2014.01.1.078652-8 Fonte: Tribunal de Justiça do Estado de Distrito Federal

Published on 2014-09-04 19:51:28 GMT

Protestos - Cuidado com os protestos ilegais! A ganância por dinheiro não tem limites. Várias empresas, por todo o Brasil estão agora adotando a tática de fazer o protesto de títulos fora do prazo legal ou já prescritos, prejudicando milhões de brasileiros que sequer sabem que esta prática é totalmente ilegal e, no desespero, acabam fazendo qualquer coisa para pagar a dívida e ter seu nome ‘limpo’ novamente. Estas empresas compram e protestam nos cartórios de protestos de títulos as chamadas ‘dívidas podres’ (aquelas já prescritas ou difíceis de cobrar). Os cartórios de protestos preferidos são de cidades pequenas e médias, principalmente do estado do Rio de Janeiro, com destaque para o de São João do Meriti/RJ, pois já recebemos inúmeras reclamações contra o mesmo, e os cartórios do estado de São Paulo. Por que os protestos são ilegais? Primeiro, porque não pode haver protesto de dívida prescrita (veja alguns julgamentos transcritos no final deste texto). No caso de títulos de crédito (cheques, notas promissórias, letra de câmbio e duplicata), a lei, através do Artigo 206, § 3º, VIII do Novo Código Civil estipula que prescrevem em 3 anos: “VIII - a pretensão para haver o pagamento de título de crédito, a contar do vencimento, ressalvadas as disposições de lei especial;” Portanto, se houver o protesto após o prazo de prescrição (neste caso, de 3 anos), o consumidor tem todo o direito de exigir na justiça a sua imediata sustação (exclusão) e indenização por danos morais contra quem efetuou o protesto. Prazo para protestar cheque é ainda menor: varia de 30 a 60 dias, no máximo No caso do cheque, que tem lei especial (Lei nº 7.357/85) o prazo de prescrição do direito de cobrança é de 6 meses e segundo os artigos 33 e 48 da referida lei o prazo legal para o protesto é de 30 (trinta dias) quando emitido no lugar onde deverá ocorrer o pagamento e, de 60 (sessenta) dias, quando emitido em outro lugar do País ou no exterior e o protesto deve ser feito no lugar de pagamento ou do domicílio do emitente. Portanto, atenção, o protesto de cheque fora destes prazos ou em outra cidade que não aquela que for o do lugar de pagamento ou do domicilio do emitente, é ilegal e o consumidor tem todo o direito de exigir na justiça a sua imediata sustação (exclusão) e indenização por danos morais contra quem efetuou o protesto. Embora, pela lei dos protestos, os cartórios de protestos de títulos não estejam obrigados a negar o protesto de títulos de crédito prescritos (notas promissórias, letra de câmbio e duplicata com mais de 3 anos e cheque com mais de 30 ou 60 dias, dependendo do caso, da data em que venceu sem pagamento), o que, particulamente, entendemos ser um absurdo, quem efetuou o protesto é totalmente responsável pelo mesmo e por isto pode ser processado por danos morais. Detalhe: Vale ressaltar que, embora os prazos de prescrição dos títulos de crédito sejam inferiores a 5 anos, para efeitos do tempo de cadastro em SPC e SERASA continua valendo o prazo de 5 anos a contar da data de vencimento da dívida (data em que deveria mas não foi paga) e o simples protesto em carótio não renova a dívida. Súmula 504 do STJ O prazo para ajuizamento de ação monitória em face do emitente de nota promissória sem força executiva é quinquenal, a contar do dia seguinte ao vencimento do título. Súmula 503 do STJ O prazo para ajuizamento de ação monitória em face do emitente de cheque sem força executiva é quinquenal, a contar do dia seguinte à data de emissão estampada na cártula. * Se você foi vítima de protesto ilegal procure a Waves para que nossos Advogados possam entrar com processo judicial pedindo a sustação do mesmo e indenização por danos morais.

Published on 2014-09-03 18:25:14 GMT

STJ - Primeira Seção aprova novas súmulas sobre FGTS e execução fiscal A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) aprovou duas novas súmulas, que são resumos de jurisprudência consolidada nas duas Turmas especializadas no julgamento de processos da área de direito público. A primeira trata da obrigação da Caixa Econômica Federal (CEF) de fornecer aos trabalhadores os extratos das contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Em julgamento de recurso repetitivo (REsp 1.108.034), a Seção decidiu que essa responsabilidade é da CEF porque, como gestora do FGTS, tem total acesso a todos os documentos relacionados ao fundo e deve fornecer as provas necessárias ao correto exame das contas. A CEF tem responsabilidade exclusiva pelo fornecimento dos extratos, ainda que seja necessário requisitá-los a outros bancos que tinham depósitos de FGTS antes da migração das contas. A Súmula 514 tem a seguinte redação: "A CEF é responsável pelo fornecimento dos extratos das contas individualizadas vinculadas ao FGTS dos trabalhadores participantes do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, inclusive para fins de exibição em juízo, independentemente do período em discussão." Execuções fiscais A outra súmula aprovada trata da faculdade que o magistrado tem de reunir processos contra o mesmo devedor, por conveniência da unidade da garantia da execução. Interpretando o artigo 28 da Lei 6.830/80, a Primeira Seção decidiu em recurso repetitivo (REsp 1.158.766) que a reunião dos processos é uma faculdade do juiz, e não um dever. A decisão estabelece que a reunião de diversos processos executivos, de acordo com aquele artigo da Lei de Execução Fiscal, constitui uma faculdade do órgão jurisdicional, não se tratando de regra impositiva, sobretudo ante o necessário juízo de conveniência ou não da medida, que deve ser feito caso a caso. A Súmula 515 tem a seguinte redação: "A reunião de execuções fiscais contra o mesmo devedor constitui faculdade do juiz." Fonte: Superior Tribunal de Justiça

Published on 2014-08-21 13:58:47 GMT

5 principais erros das pequenas empresas familiares Privilegiar parentes e misturar as finanças da empresa com os gastos pessoais são alguns exemplos Quais são os principais erros na gestão de uma pequena empresa familiar? Respondido por Eduardo Ferraz, especialista em gestão de pessoas As micro e pequenas empresas, no Brasil, geram mais da metade dos empregos com carteira assinada e, se acrescentarmos a participação dos empreendedores e seus familiares, teremos cerca de dois terços do total das ocupações no setor privado brasileiro. Apesar de sua enorme importância, muitas empresas de pequeno porte fecham as portas nos primeiros cinco anos. Muitas empresas começam com um foco definido e depois de alguns meses passam a atuar em áreas que não têm absolutamente nada a ver com o negócio original. Isso acaba dividindo a atenção e prejudicando a melhoria do principal serviço ou produto da empresa. Veja abaixo cinco erros comuns que se conhecidos e evitados pelo empreendedor podem diminuir as chances da empresa fechar. 1. Falta de planejamento A falha mais comum é o excesso de improviso gerado pela falta de um planejamento básico. Muitos empreendedores confiam demais em sua intuição e atuam na base da tentativa e erro olhando apenas o curto prazo. 2. Privilegiar parentes Empregar parentes é absolutamente normal e, muitas vezes, necessário por uma questão de confiança e diminuição de custos. O problema começa quando não há controle de horários ou cobrança por resultados. Isso causa perda de autoridade e dá mau exemplo para os demais funcionários. 3. Misturar finanças Misturar as finanças particulares com as despesas do dia-a-dia da empresa costuma causar um total descontrole de gastos. É fundamental ter contas bancárias separadas, definir uma retirada mensal fixa e ter disciplina para não usar o caixa da empresa para fins pessoais. 4. Não ter experiência Os empreendedores de primeira viagem deveriam estudar muito bem os mercados que pretendem atuar antes de abrir qualquer negócio. É comum empresários falidos dizerem que jamais entrariam no ramo se soubessem como funcionava ou que teriam agido de maneira diferente se analisassem melhor o negócio. 5. Mau atendimento Pequenas empresas deveriam dar enorme importância à satisfação de seus clientes e isso muitas vezes não acontece com a desculpa de que um serviço de primeira custa caro. Na verdade,o maior custo vem do mau atendimento que acaba afastando os consumidores e prejudicando o desenvolvimento de qualquer negócio.

Published on 2014-08-19 00:45:46 GMT

TRT18 - Atestado de comparecimento a posto de saúde não é válido como atestado médico A Segunda Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (GO) se negou a aceitar atestado de comparecimento a posto de saúde como atestado médico em processo de vigilante contra a empresa P. A Turma entendeu que o fato de o trabalhador comparecer ao posto de saúde para atendimento em um período do dia, sem que isso implique concessão de atestado médico de impossibilidade de exercer as atividades laborais, não justifica a falta do dia integral de serviço, pois nessa circunstância o empregado pode cumprir ao menos parte de sua jornada. Na inicial, o vigilante alegou que passou a ser perseguido em razão de problemas de saúde e que a empresa se recusava a aceitar seus atestados médicos, além de ter alterado ilicitamente o turno de trabalho diurno para noturno, o que o levou a postular rescisão indireta do contrato de trabalho. Para o relator do processo, desembargador Platon Teixeira Filho, a sentença de primeiro grau que não reconheceu a rescisão indireta deve ser mantida. Segundo ele, uma análise dos atestados anexados à inicial, dos cartões de ponto e dos contracheques denota que todos os atestados que o vigilante indicou foram efetivamente acatados pela empresa. .Valendo ressaltar que os atestados de mero comparecimento ao posto de saúde não constituem impedimento para o trabalho, mormente porque os apresentados pelo reclamante revelam que ele compareceu algumas vezes a postos no turno vespertino em período que cumpria jornada noturna, explicou o desembargador. Para o magistrado, o atestado de comparecimento ao posto de saúde não constitui motivo para faltar a jornada integral, já que ele poderia trabalhar ao menos em parte de seu turno. O desembargador também observou que os cartões de ponto tem alguns registros de falta e outros em que o trabalhador anotou de próprio punho a palavra atestado, sendo que não juntou atestado correspondente a alguns desses dias, o que denota que o autor faltou ao trabalho sem estar de efetiva licença médica. Quanto aos atestados médicos apresentados pelo trabalhador, verificou-se pelos autos que foram todos abonados pela empresa. Assim, não ficou comprovada a alegação de que a empresa não aceitava atestados médicos apresentados pelo trabalhador. Com relação à mudança de turno, o desembargador observou que a troca de turno era condição contratual. Dessa forma, a Segunda Turma decidiu em manter a sentença de primeiro grau, negando provimento aos recursos do trabalhador para rescisão indireta do contrato de trabalho, restituição de descontos salariais e indenização por danos morais. Para o desembargador-relator, Platon Filho, não ficou provada perseguição ao obreiro, já que as faltas por atestados médicos foram abonadas e os descontos salariais ocorreram por efetivas faltas sem justificativa legal. Processo: RO-0011337-44.2013.5.18.0053 Fonte: Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região

Published on 2014-08-18 18:42:35 GMT

Empresas não precisam recolher imposto ao contratar MEI Segundo nova lei, taxa de 20% de INSS só é obrigatória em atividades ligadas à construção civil. Além de estender os benefícios do Supersimples para 140 categorias, a lei complementar 147, sancionada dia 7 de agosto pela presidente Dilma Rousseff, deve incentivar a contratação de microempreendedores individuais (MEIs) por outras empresas. A nova lei deixa claro que o recolhimento da contribuição previdenciária patronal de 20% só será obrigatória para a empresa contratante se o MEI prestar os seguintes serviços: hidráulica, eletricidade, pintura, alvenaria, carpintaria e de manutenção ou reparo de veículos. Gerente de Ambiente de Negócios do Sebrae/PR, Cesar Reinaldo Rissete, diz que a legislação anterior era confusa e, que muita gente acabava fazendo o recolhimento sem necessidade. Ele ressalta que o MEI já faz sua contribuição para a Previdência. E que a empresa que o contrata não mantém com ele uma relação de patrão que justifique o recolhimento da taxa patronal. "A cobrança de 20% na verdade é uma forma que o governo encontra de desincentivar a precarização das relações de trabalho", afirma o gerente. Segundo Rissete, o receio é que as empresas, em vez de contratar funcionários com o ônus da legislação trabalhista, passem a utilizar o MEI como mão de obra. Na visão do gerente, o governo mantém a contribuição para as atividades ligadas à construção civil por entender que os canteiros de obras são mais suscetíveis às "relações precárias de trabalho". "Isso não é necessariamente verdade, mas o espírito de manter os 20% para este setor é esse: o de proteger os trabalhadores", alega. Rissete acredita que os microempreendedores individuais das demais áreas têm muito a ganhar com a nova lei. "Agora as empresas terão segurança jurídica. Sabem que podem contratar esses empreendedores sem ter de arcar com o imposto previdenciário", explica. Mario Berti, presidente da Federação Nacional das Empresas de Contabilidade (Fenacon), diz que o maior avanço será para as novas categorias. Porque, em relação às antigas, pouca gente será beneficiada, de acordo com ele. "A construção civil representa mais de 70% das contratações de MEIs (das categorias que já se enquadravam como microempreendedores individuais)", afirma. Berti concorda que a questão do recolhimento do INSS estava muito confusa na legislação anterior e que a mudança é "muito bem-vinda". Presidente do Sindicato da Construção Civil (Sinduscon) de Londrina, Osmar Alves nega que as construtoras usem os MEIs como forma de burlar a legislação trabalhista. Segundo ele, o setor é o maior arrecadador de INSS e o governo não quer perder tanto dinheiro. "Já pedimos para o governo para sermos desonerados dessa contribuição e percebemos que ele não quer abrir mão do nosso imposto."

Published on 2014-08-12 17:55:21 GMT

Falta de planejamento pode matar uma pequena empresa Uma recente pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostrou que os principais motivos que levam empresas a fecharem nos primeiros anos de atividade são a falta de planejamento, deficiências na gestão e o comportamento do empreendedor. O estudo da organização, intitulado "Causa Mortis: o sucesso e o fracasso das empresas nos primeiros cinco anos de vida", mostrou que 55% dos empreendedores não elaboraram um plano de negócios antes de abrirem suas empresas. Além disso, 46% deles afirmam ter iniciado um negócio sem conhecer os hábitos de consumo dos clientes nem a quantidade de consumidores que teriam. Outros 39% ignoravam o capital de giro necessário para abrir a empresa e 38% não sabiam a quantidade de concorrentes que teriam no setor de atuação. O diretor técnico do Sebrae-SP, Ivan Hussni, afirma que, apesar do brasileiro querer, cada vez mais, ter a liberdade de ter o seu próprio negócio, ele precisa se preparar mais. "De cada dez pessoas no Brasil, sete estão empreendendo por oportunidade. Isso mostra que, cada vez mais, o brasileiro quer ser livre para ter sua própria empresa. No entanto, ele precisa estar mais preparado, porque hoje o mercado é grande e agressivo. A concorrência não é somente mais entre estados e cidades. A concorrência é global", afirma Hussni. Plano O diretor técnico do Sebrae-SP orienta que um dos primeiros passos do empreendedor é se empenhar em conhecer os diversos setores da economia e decidir o setor no qual quer atuar. "Ao conhecer o mercado no qual deseja empreender, é preciso avaliar os concorrentes e conhecer o público-alvo, investigando quais os canais de comunicação que levam até ele", diz. O professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing, José Eduardo Amato Balian, afirma ser importante que o empreendedor faça um plano de negócios que contemple planejamento de mercado, financeiro, de tipo de mão de obra necessária, entre outros. "Apesar do fator risco ser uma das características do empreendedorismo, esse risco precisa ser consciente. É preciso conhecer muito bem o setor, trabalhando em uma empresa da área antes de abrir seu próprio negócio, conhecendo as principais fornecedoras de determinado serviço e se cercando de pessoas com conhecimento", diz. Balian também acrescenta que o relacionamento entre sócios é outro motivo que leva empresas ao fim. "A escolha de sócios é importante. É preciso que, entre eles, haja valores e objetivos em comum ou uma complementariedade de conhecimentos", diz. Estratégias A pesquisa do Sebrae também mostrou que, em relação às estratégias adotadas pelas empresas em atividades, a diferenciação mostrou-se mais vantajosa para a manutenção do negócio do que a aposta em preços competitivos. Entre essas, 38% optaram por oferecer diferenciais em produtos e serviços, escolha de 26% das que fecharam. Já a adoção de uma política baseada em preços foi a preferência de 31% dos negócios encerrados e 23% das empresas que estão em atividade. Outra informação relevante é que, nas empresas que passaram dos cinco anos, os empresários se antecipam aos fatos, buscam informações e perseguem os objetivos com mais frequência do que nas empresas encerradas. "O importante é o empreendedor não fazer sempre o mesmo e antecipar o desejo de seus clientes", diz Hussni. "Inovar não significa apenas alta tecnologia. Mas entender todas as vontades da clientela. Algo que muita gente desconhece ainda é que os consumidores não compram mais somente pelo preço. Mas também pela comodidade, atenção e bons produtos", complementa. Para o professor da Fundação Instituto de Administração (FIA), Celio Mauro Placer, uma outra forma de ter sucesso nos empreendimentos é o empresário ser flexível no momento em que precisa realizar ajustes e mudanças sejam esses no produto ou nas financeiros. Além disso, Placer acrescenta que outro fator que dificulta um avanço maior do empreendedorismo no Brasil é o ambiente de negócios, sujeito à alta carga tributária e burocracia. Já o professor da Fundação Álvares Penteado (FAAP), Luiz Eduardo Cunha, chama a atenção para o papel das empresas "aceleradoras" no investimento em infraestrutura dos novos empreendimentos. "As empresas aceleradoras são investidores do mercado mundial que fornecem informações e dão suporte para que as empresas possam funcionar", diz. Além disso, Cunha afirma que as escolas deveriam incentivar mais o espírito empreendedor entre os alunos.

Published on 2014-08-11 13:30:20 GMT

Novo Supersimples é aprovado; veja categorias beneficiadas O Supersimples, que unifica oito tributos em um boleto, terá um único critério para ser adotado a partir do dia 1º de janeiro 2015, o teto anual de faturamento de 3,6 milhões de reais. Com a aprovação, estima-se que 450 mil empresas sejam beneficiadas a partir do ano que vem. Além disso, com a atualização da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, os empreendedores poderão abrir e fechar empresas de forma simplificada. A nova lei também protege o Microempreendedor Individual (MEI) de cobranças indevidas realizadas por conselhos de classe, por exemplo. Desde 2007, quando o Supersimples entrou em vigor, 9 milhões de pequenas empresas participaram do regime. Durante a cerimônia, o ministro-chefe da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, disse que as micro e pequenas empresas representam 97% das empresas nacionais. Veja abaixo tabela com as categorias beneficiadas; as 140 atividades que são oriundas desses segmentos: Categorias beneficiadas Advocacia Agenciamento, exceto de mão-de-obra Arquitetura, engenharia, medição, cartografia, topografia, geologia, geodésia, testes, suporte e análises técnicas e tecnológicas, pesquisa, design, desenho e agronomia Auditoria, economia, consultoria, gestão, organização, controle e administração Corretagem Fisioterapia Jornalismo e publicidade Medicina veterinária Medicina, inclusive laboratorial e enfermagem Odontologia Outras atividades do setor de serviços, que tenham por finalidade a prestação de serviços decorrentes do exercício de atividade intelectual, de natureza técnica, científica, desportiva, artística ou cultural Perícia, leilão e avaliação Produção ou venda no atacado de preparações compostas, não alcoólicas (extratos concentrados ou sabores concentrados), para elaboração de bebida refrigerante Produção ou venda no atacado de refrigerantes, inclusive águas saborizadas gaseificadas Psicologia, psicanálise, terapia ocupacional, acupuntura, podologia, fonoaudiologia e de clínicas de nutrição, de vacinação e bancos de leite Representação comercial e demais atividades de intermediação de negócios e serviços de terceiros Serviços de comissaria, de despachantes, de tradução e de interpretação

Published on 2014-08-07 15:50:45 GMT

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